Professor de Psicologia da Atitus recebe menção honrosa do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes
Publicado em 29/06/2026
Jean Von Hohendorff foi reconhecido pela contribuição ao Plano Nacional de Enfrentamento à Violência, demonstrando o impacto social e a relevância das pesquisas desenvolvidas na Atitus para políticas públicas nacionais

O professor do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Psicologia da Atitus, Jean Von Hohendorff, recebeu menção honrosa do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes em reconhecimento à contribuição no processo de revisão do Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes.
A menção foi entregue em evento no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. A distinção representa o compromisso de muitas pessoas envolvidas nas ações de pesquisa, ensino e extensão desenvolvidas pelo Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Psicologia da Atitus, por meio do Grupo de Pesquisa Via Redes.
Jean destaca que esse momento é uma conquista da instituição por meio de pesquisas que não se limitam à produção acadêmica, mas buscam impactar políticas públicas e, assim, transformar realidades. "Compartilho esse reconhecimento por compreender que ele também evidencia a potência do trabalho que vem sendo desenvolvido coletivamente em nossa instituição e reafirma o propósito que nos mobiliza: transformar vidas por meio de uma educação inovadora que gera prosperidade" afirma Jean.
O evento ocorreu em alusão ao dia 18 de maio, data que marca o enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, celebrada no contexto do Maio Laranja — campanha anual de conscientização. A data é uma conquista que demarca a luta pelos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes no Brasil. De forma presencial, a palestra reuniu centenas de integrantes da rede para a formação em escuta protetiva. Esse tipo de atendimento é previsto na Lei 13.431/2017 e busca acolher e garantir proteção, evitando que a criança ou o adolescente tenha que repetir sua história e reviver a violência sofrida.
